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 Dragão Brasil

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MensagemAssunto: Dragão Brasil   Sab Mar 27, 2010 1:28 pm

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Editor Sílvio Compagnoni (até fevereiro de 2008)
Editores anteriores Marcelo Cassaro (até 2005)
Marcelo Telles (até fevereiro de 2007)
Editora Trama (depois mudou o nome para Talismã posteiormente para Melody)
Circulação mensal posteriormente bimestral
Fundação em 1994
Primeira edição 1994
Última edição setembro de 2007
Sítio oficial http://www.dragaobrasil.com.br

A revista Dragão Brasil foi uma das mais notórias revistas de RPG do Brasil, lançada em 1994 pela Editora Trama (mais tarde renomeada de Editora Talismã), quando dificilmente as revistas do gênero passavam de 3 ou 4 números. A revista surgiu na época de plena expansão do segmento de produtos ligados ao RPG no Brasil, quando a Abril Jovem publicava as primeiras traduções dos principais jogos, aproveitando ainda o auge do mercado, já no final da década de 1990, contribuindo para a divulgação de tais jogos em todo o território brasileiro. Após a redução de vendas de jogos de RPG nos primeiros anos do século XXI, a revista trocou seus editores algumas vezes, mas não resistiu às baixas vendas, encerrando suas atividades entre os anos de 2008 e 2009, quando completaria 15 anos de existência.

A revista teve seu início em 1994, quando se chamada "Dragon", mas logo foi renomeada para "Dragão Brasil", a fim de desfazer qualquer possível relação com a "Dragon Magazine", famosa revista de RPG dos Estados Unidos. Encabeçada pelo trio composto por Marcelo Cassaro, Rogério Saladino e J.M. Trevisan, a Dragão Brasil obteve grande sucesso durante seus primeiros anos de existência, quando lançou seu cenário próprio, Tormenta, em seu aniversário de 50 edições; usando muitas referências a materiais próprios, e que se mantém como um dos mais bem sucedidos cenários nacionais. Apesar de não contar com muitas das gravuras dos grandes ilustradores da extinta TSR, como Jeff Easley, Keith Parkinson e Clyde Caldwell, a revista divulgou o trabalho de grandes ilustradores nacionais, como André Valle, André Vazzios e Evandro Gregório, por exemplo, além das ilustrações do próprio Cassaro.

Depois dessa fase, a revista começou a receber críticas dos leitores por focar seus próprios cenários e projetos, mas continuou firme como a única e mais importante revista de RPG do Brasil, tendo desdobramentos em outras revistas como Só Aventuras e Tormenta.

Já ao final dos anos 90 e início de 2000, seguindo novas tendências, a revista começou uma série de adaptações de famosos animes, decisão que desagradava veteranos por se sentirem abandonados pela revista, que supostamente dava mais espaço ao anime que RPGs tradicionais. Foi até divulgado e usado um novo sistema com temática anime: o Defensores de Tóquio, um sistema conhecido pela simplicidade, flexibilidade e total falta de realismo. No entanto, a formação de uma nova legião de leitores e a permanência da publicação nas bancas comprovou o sucesso da decisão.

Em 2005, o Trio e a editora seguiram caminhos diferentes após diversos desentendimentos e queda nas vendas da revista, além de fracasso editorial em vários produtos derivados dela. Eles partiram para a Revista Dragon Slayer, que segue o estilo da antiga Dragão Brasil e continua sendo publicada até os dias de hoje, adotando um padrão de lançamento bimensal e com conteudo voltado principalmente para o sistema d20, visto possibilidade de uso da Licença Aberta.

Em uma tentativa de seguir com seu segmento mais bem-sucedido sem precisar saldar dívidas com os antigos autores, a editora contratou uma nova equipe, membros da Rede RPG, um dos mais conhecidos portais de RPG na internet, mas sem qualquer experiência em revistas.

Na mão do novo editor, Marcelo Telles, a revista passou por uma série de mudanças, totalmente contrárias ao estilo do Trio, inclusive com tentativas de incluir material próprio, mas o quadro de baixa vendagem não se reverteu, inclusive agravando-se. Após 9 edições, Marcelo Telles e sua equipe saíram da revista diante da recusa da editora em adotar uma nova linha editorial para a revista.

Sílvio Compagnoni Martins, ex-DEVIR, assumiu como editor da Revista em fevereiro de 2007 mas a publicação continuou sofrendo atrasos e as vendas continuaram baixas. Compagnoni largou o cargo em um ano depois, em fevereiro de 2008, por conta dos constantes de atrasos e indecisão por parte da editora. A Melody se retirou do Mercado de RPG e está fazendo promoções de edições da revista.
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